| | EspiritualidadeOs pedidos de oração e penitência apresentados pela Santíssima Virgem em Lurdes e em Fátima inspiraram e guiaram o fundador, Monsenhor Luís Novarese, a trazer à vida esta Associação. Os Silenciosos Operários da Cruz, pela prática dos conselhos evangélicos, cumprem esses pedidos em “total dedicação ao plano redentor da Cruz”. Realizam a sua entrega a Deus na união interior da mente, do coração e da acção, com a finalidade de “atingir o objectivo da tão procurada solidão e do silêncio interior (Os 2, 14)… Assim, Deus torna-se a meta única e exclusiva da própria existência: o único bem a procurar e a possuir, o único afecto a satisfazer plenamente as exigências do coração, e o único motivo das acções de cada um… A vida dum Silencioso Operário da Cruz deve ser uma proclamação vivente do poder e da necessidade perene da Cruz, que rola sobre os carris (humildade e obediência, cfr. Fil 2, 5-11) que foram lançados e percorridos por Jesus Cristo durante o trajecto da Sua preciosíssima existência até à Sua morte na Cruz, e à Sua gloriosa ressurreição”. Com o intuito de cumprir uma pastoral completa e orgânica em prol duma espiritualidade de comunhão com Cristo crucificado e ressuscitado, os Silenciosos Operários da Cruz dão impulso à vida e à acção do Centro de Voluntários do Sofrimento em prol da difusão do apostolado pela valorização dos doentes na universalidade dos povos e das existências. |