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Centro Voluntários do SofrimentoPROFETAS PARA UMA COMUNIDADE NOVA |
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Um caminho espiritual e apostólico da pessoa doente dentro da comunidade cristã Fichas para os encontros de grupo ano 2003-2004 |
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Ficha 7
A pregação de João (Lc. 3, 10-18)
A partir da vida
«Que devemos fazer?» a pergunta que a multidão dirige a João Baptista é sempre um bom início para pôr em prática algo de importante. Coloquemos esta pergunta cada vez que nos reunimos no grupo. Entre as exigências do apostolado dêmos espaço às mais importantes: a oração e a meditação, a formação e a programação do apostolado a desenvolver para promover a pessoa com deficiência nas situações concretas da vida.
Confronto com o texto
João anuncia a boa nova, mas ele não é o Cristo. O seu olhar está voltado para a espera do Messias, o seu ensinamento está cheio de sabedoria. O Baptista indica, para todas as situações de vida (profissão, condição social…), atitudes que predisponham o coração à escuta da Palavra que se faz carne. O Baptismo em Espírito Santo e fogo, transformará a existência daqueles que estão dispostos a acolher aquele dom. João e os seus interlocutores são testemunhas de esperança: esperam o Senhor que vem, com um coração atento e bem disposto.
A nossa missão (indicações para o apostolado do CVS)
«O CVS, em conformidade com o Vaticano II, desenvolve o seu apostolado: a nível individual, com a palavra e com o testemunho de vida, com a consciência da sua própria responsabilidade profética, sacerdotal e real; a nível de grupo, animando os Voluntários do Sofrimento e os Irmãos e Irmãs dos Doentes, a apoiarem-se reciprocamente e a difundir a sua mensagem a todas as pessoas que sofrem servindo-se da dinâmica de grupo; a nível da Igreja local, encorajando a inserção do indivíduo e do grupo na dinâmica da Pastoral» (Estatuto do CVS, art. 6 – dinâmica pastoral).