Centro Voluntários do Sofrimento

PROFETAS PARA UMA COMUNIDADE NOVA

 FECHE A JENELA 


Um caminho espiritual e apostólico da pessoa doente dentro da comunidade cristã

Fichas para os encontros de grupo ano 2003-2004


     

Ficha 12

    

O entendimento das escrituras (Lc. 24, 44-49)

       

A partir da vida

Devemos ser testemunhas da Ressurreição, nas situações concretas da nossa vida. A isto nos deve levar o nosso empenho partilhado no grupo, para anunciar o Evangelho ao mundo do sofrimento humano. Na conclusão da caminhada anual, é importante avaliar o que fizemos, pessoalmente e como grupo. Com realismo e esperança tomamos nota das coisas que não correram bem e que é preciso mudar, tal como das coisas que foram úteis e devem ser melhoradas.

     

Confronto com o texto

Jesus faz com que os Seus discípulos estejam aptos para desenvolver a sua missão futura: abre o seu entendimento às escrituras, constitui-os como testemunhas, prepara-os para a vinda do Espírito Santo. O Evangelista Lucas, com esta descrição, fundamenta nas indicações do Senhor ressuscitado o uso que a comunidade cristã faz da Escritura. A pregação da Igreja tem a sua nascente na luz da Páscoa. O papel do Messias não se esgota na morte e ressurreição. A difusão da mensagem da salvação a todas as nações faz parte do cumprimento da missão de Jesus. O Senhor ressuscitado cumpre esta obra através das testemunhas que falam em Seu nome.

     

A nossa missão (indicações para o apostolado do CVS)

Depois da caminhada deste ano, uma parte fundamental da nossa missão como CVS é aquela de fazer uma boa programação para o próximo ano. Estabelecer prioridades nas coisas a fazer, confiar os cargos que forem necessários para o desenvolvimento da actividade, procurar fixar um calendário útil para a realização de encontros comuns, momentos de festa e iniciativas que envolvam todos. Antes destas iniciativas de carácter geral é necessário, porém assegurar a continuidade dos encontros de grupo. De facto o pequeno grupo permanece o ponto firme do nosso caminho formativo e apostólico, um recurso irrenunciável para desenvolver, com fruto, o apostolado para a valorização da pessoa que sofre.